Primeiro passo em direção
à humildade era dar-se conta do próprio orgulho. Acrescento
agora que o segundo passo consiste em empenhar um esforço dedicado para praticar
as virtudes cristãs. Uma semana não basta. As coisas vão de vento em
popa na primeira semana. Experimente seis semanas. Até lá, depois de sucumbir
e voltar à estaca zero, ou ter decaído para um ponto ainda inferior, teremos
descoberto algumas verdades a respeito de nós mesmos. Nenhum homem sabe
realmente o quanto é mau até se esforçar muito para ser bom. Circula por aí a
idéia tola de que as pessoas virtuosas não conhecem as tentações. Trata-se de
uma mentira deslavada. Só os que tentam resistir às tentações sabem quão fortes
elas são. Afinal de contas, para conhecer a força do exército alemão, temos de
enfrentá-lo, e não entregar as armas. Para conhecer a intensidade do vento,
temos de andar contra ele, e não deitar no chão. Um homem que cede à tentação
em cinco minutos não tem a menor idéia de como ela seria uma hora depois. Por
esse motivo, as pessoas más, em certo sentido, sabem muito pouco a respeito
da maldade. Na medida em que sempre se rendem, levam uma vida protegida. É
impossível conhecer a força do mal que se esconde em nós até o momento em que
decidimos enfrentá-lo; e Cristo, por ter sido o único homem que nunca caiu em
tentação, é também o único que conhece a tentação em sua plenitude - o mais
realista de todos os homens. Pois bem. A principal coisa que aprendemos quando
tentamos praticar as virtudes cristãs é que fracassamos ( C.
S. Lewis)
sábado, 16 de agosto de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
COMO VOCE DEMONSTRA A SUA FÉ ?
Tiago falou
que nascemos da Palavra (1.18), ouvimos a Palavra (1.19),acolhemos a Palavra (1.21),
mas também devemos praticar a Palavra (1.23). Ouvir a Palavra e falar da
Palavra não substitui o praticar a Palavra . Apenas ter uma confissão de fé
ortodoxa não substitui o praticar a Palavra.
Tiago mostra
que a maneira como nos comportamos com as pessoas indica o que realmente nós
cremos sobre Deus. Não podemos separar relacionamento humano de comunhão divina
(1 Jo 4.20). Nesse parágrafo , Tiago diz que nós podemos testar nossa fé pela
maneira como tratamos as pessoas.
Bom dia.
sábado, 2 de agosto de 2014
PASTOR NO CEMITÉRIO
"Eu lhes asseguro: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me
enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte
para a vida. João 5:24
PAUSE A WEB RÁDIO PARA PODER ASSISTIR O VÍDEO
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terça-feira, 29 de julho de 2014
Reflexão do dia: Provérbios 17.18
Reflexão de 29 de julho
29 de julho
Leitura do dia (para ler a Bíblia inteira em 1 ano): 1Coríntios 14.26-40; 2Reis 9; Jonas 4
Reflexão do dia: Provérbios 17.18
“O homem sem juízo, com um aperto de mãos se compromete e se torna fiador do seu próximo” (Pv 17.18 NVI).
Certo homem, querendo montar uma empresa de transportes
,
planejou comprar um ônibus por meio de um financiamento bancário. Como
não tinha propriedades em seu nome, precisou de um fiador para que o
empréstimo fosse aprovado. Um amigo lhe ajudou nesse sentido, confiando
inteiramente que se tratava apenas de uma necessidade burocrática que
nunca lhe daria prejuízo. Nos primeiros meses, o empréstimo foi pago
corretamente, mas devido a um sério acidente com o ônibus, o fiador
passou a ser cobrado pelo banco. Procurando o amigo para ter seu nome
limpo no mercado, o devedor afirmou não ter como pagar o empréstimo e
disse friamente “não vou tirar da boca para lhe pagar”, ignorando que
seu companheiro estava sofrendo sérios prejuízos que lhe afetavam o
próprio sustento. O fiador nunca mais se levantou dessa condição
financeira desfavorável e toda sua família sofreu muito com isso.
Apesar
de a prática do fiador ser muito comum na atualidade, no mundo antigo
isso também existia, assim como os problemas decorrentes da falta de
cumprimento dos acordos e da ausência de pagamento das dívidas. Por
isso, Salomão fala aqui do homem que “se torna fiador do seu próximo”. A
mesma palavra traduzida como “próximo” também significa “amigo”. Nesse
sentido, o escritor aponta para o ato de alguém se tornar fiador de um
amigo por meio de “um aperto de mãos”, ou seja, pela ação de empenhar
sua palavra e assumir oficialmente sobre si os possíveis prejuízos
causados pelo outro. Essa atitude, à primeira vista, parece ser um ato
de verdadeira amizade que merece ser mencionado no estudo do versículo
anterior. Mas isso não é verdade. O verdadeiro amigo não abandona seu
parceiro quando ele precisa, mas também não assume de modo irresponsável
o encargo dos atos alheios, arriscando sua própria segurança e de sua
família.
Por
isso, Salomão chama quem age assim de “homem sem juízo”. O fato de as
pessoas serem imperfeitas deve fazer o sábio avaliar todas as
possibilidades e nunca se colocar em uma condição de risco. Deve tentar
tirar o amigo de um buraco sem cair ele mesmo em uma cova. Por isso,
nenhuma atitude, em especial nessa área, deve ser tomada sem grandes
reflexões, sem a consulta das Escrituras e muito menos sem a obediência à Palavra de Deus. A Bíblia
e a experiência humana dão provas mais que suficientes de que somente
Deus nunca frustra a confiança e as expectativas das pessoas. Portanto,
muito cuidado com os compromissos que assume, pois se um não tira da
boca para saldar a sua dívida, o outro tem de fazê-lo.
Pr. Thomas Tronco
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